Foto: W. Quatman, Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

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Servidores participaram de ato do Dia da Ação Global por Justiça Climática Brasil no último sábado

Neste sábado (6), aconteceu o ato do Dia da Ação Global por Justiça Climática Brasil, em consonância com a Marcha Global por Justiça Climática em Glasgow, na ocasião da COP-26 no Reino Unido. Em Brasília (DF), a Ascema Nacional marcou presença no ato, reunindo-se com diversos movimentos sociais e ativistas na Praça das Bandeiras. O intuito da manifestação era denunciar o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e sua política ecocida, se somando às ações globais da Coalizão COP26.

No ato, foram representadas as lideranças políticas e seus crimes ambientais. Cruzes foram espalhadas na Praça das Bandeiras, pedidos de impeachment, sinalizadores e pessoas fantasiadas com máscaras com o rosto de Bolsonaro, Lira e representando o Capitalismo, em um ato de protesto e representando a destruição que essa tríade provoca no país. Além disso, performances culturais e uma mística ecumênica uniu as atividades com os demais locais que também se manifestaram: Fortaleza, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Chapada Diamantina. 

A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia, teve início no dia 31 de outubro e acontecerá até o dia 12 de novembro. Representantes de mais de 190 países se reúnem para debater sobre o clima e o meio ambiente, o que repercutiu internacionalmente, principalmente sobre a ausência do presidente Bolsonaro no evento. A delegação nacional, que teve como líder o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, não representou a diversidade dos povos brasileiros. 

As denúncias a respeito deste desgoverno são anunciadas pela Ascema Nacional há tempos, gerando inclusive um dossiê que foi lançado na última quinta-feira (4), reunindo as ações noticiadas pela imprensa brasileira a respeito das tentativas constantes do governo de destruir os órgãos ambientais, atacar o serviço público e demais atrocidades contra o meio ambiente. 

É mais do que evidente que a atual gestão não representa uma luta ambiental comprometida e tampouco tem reais intenções de frear as mudanças climáticas e defender os povos originários. É preciso manter a resistência, vigiar o poder Executivo e barras medidas que são propostas na Câmara e Senado, que vão contra os ideais ambientalistas e que tentam desmontar os órgãos de fiscalização e prejudicar o serviço público. Nunca é demasiado dizer: FORA BOLSONARO!


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